segunda-feira, junho 17, 2024
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Terremoto de 7,6 atinge a região central do Japão

O Japão pediu aos residentes que “deixem
imediatamente” certas regiões depois que um terremoto de magnitude 7.6
atingiu a área central do país.Um alerta elevado de tsunami foi emitido para a área
costeira de Noto, em Ishikawa, com possibilidade de ondas de até 5 metros.Algumas horas depois, o nível de alerta para tsunamis foi
rebaixado para toda a região, com possibilidade de ondas de até 3 metros. Até o
momento, as maiores ondas registradas foram de 1 metro.As autoridades também emitiram alertas de tsunami para as
províncias vizinhas de Niigata e Toyama.O tremor mais forte ocorreu às 16h10
horário local (04h10 de Brasília), com magnitude de 7.6.CONTEÚDOS RELACIONADOSTensão: guerra entre Coreias pode iniciar a qualquer momentoOnda gigante arrasta caminhonete e fere 8 pessoas nos EUARússia ataca Ucrânia e deixa pelo menos 18 civis mortosNa sequência, uma sucessão de mais de 60 terremotos, alguns
com magnitude acima de 4.0, atingiu o centro do país, segundo a Agência
Meteorológica do Japão (JMA).As autoridades apontam que novos terremotos podem ocorrer
pelos próximos dias.Vários relatos publicados pela mídia local apontam que esta
foi a primeira vez que um “grande alerta de tsunami” foi emitido
desde 2011, quando um poderoso terremoto atingiu o nordeste do Japão e
desencadeou ondas de até 40 metros de altura.Como citado anteriormente, esse nível de alerta foi
rebaixado horas depois. Ainda há o risco de tsunamis, mas numa proporção
relativamente menor do que o projetado inicialmente.Um terremoto de magnitude 7,6 provocou um alerta de tsunami no Japão nesta segunda-feira, 01/01. #RepórterBrasilTarde pic.twitter.com/YGaleaimqc— TV Brasil (@TVBrasil) January 1, 2024 Houve seis casos relatados de pessoas presas sob os
escombros de edifícios desabados, segundo um porta-voz do governo, enquanto um
grande incêndio eclodiu na área de Ishikawa após o terremoto.Algumas rodovias foram fechadas e os trens-bala entre a
província de Ishikawa e Tóquio foram suspensos.Já é noite no Japão e só ao amanhecer de terça-feira (2/1) é
que as autoridades começarão a ter uma imagem completa da extensão dos danos.O Japão é uma das nações com mais atividade sísmica do
planeta, devido à localização do país no chamado Anel de Fogo do Pacífico, onde
muitas placas tectônicas se encontram.A ameaça constante de terremotos levou o Japão a desenvolver
um dos sistemas de alerta de tsunamis mais sofisticados do mundo.A autoridade nuclear do Japão assegurou que “não há
risco de vazamento de radioatividade das usinas nucleares” nas áreas afetadas
pelos terremotos e pelo tsunami.O porta-voz do governo, Yoshimasa Hayashi, alertou os
moradores para se prepararem para novos terremotos.A agência meteorológica da Coreia do Sul alertou que ondas
de tsunami de até 0,3 metro podem atingir a costa leste do país entre 18h29 e
19h17, no horário local, nesta segunda-feira.As autoridades coreanas pediram aos residentes da província
montanhosa de Gangwon que se dirigessem a locais mais elevados.A Rússia também emitiu alertas de tsunami nas cidades
portuárias de Vladivostok e Nakhodka, no extremo leste do país, segundo a
agência de notícias estatal TASS.Em 2011, o Japão foi atingido por um terremoto de magnitude
9.0. Na sequência, um tsunami devastou as comunidades costeiras do nordeste do
país e matou quase 18 mil pessoas. À época, dezenas de milhares de pessoas
foram deslocadas.As ondas de tsunami de 2011 provocaram um colapso na central
elétrica de Fukushima, o que causou o acidente nuclear mais grave no mundo
desde Chernobil, em 1986.A magnitude do terremoto de 7,6 é a maior já observada na
Península de Noto, desde que os registros começaram em 1885, segundo a Agência
Meteorológica do Japão.

Um representante da agência também disse que há um risco
crescente de deslizamentos de terra e incêndios nas áreas afetadas.

Fonte: DOL – Diário Online – Portal de NotÍcias 

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