segunda-feira, junho 17, 2024
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Macacos extintos há mais de 200 anos retornam à Ilha em SC

O bugio-ruivo, bugio-marrom ou simplesmente bugio é uma espécie de primata que habita o leste e sudeste do Brasil e a província de Misiones na Argentina. Os primatas que estavam extintos há cerca de 260 anos. Agora, eles estão de volta às florestas da Ilha de Santa Catarina.A soltura dos bugios em Florianópolis, iniciativa da ONG Instituto Espaço Silvestre por meio do Programa Silvestres SC, contou com o apoio do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e ocorreu na última quinta-feira (11), no Parque Estadual do Rio Vermelho.Conteúdos relacionados:Dragão de 72 milhões de anos é desenterrado no JapãoNasce 1º clone de macaco-reso com transplante de placentaRejeitado por fêmeas, macaco foge de parque em busca de amorOs animais estavam no Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres de Santa Catarina (Cetras) e passaram por um processo de reabilitação ao longo de quatro anos para estarem aptos a iniciar o processo de soltura.
O objetivo maior é que os bugios restabeleçam uma população na ilha e recupere as interações ecológicas perdidas com a extinção do primata no local.
“É um momento muito importante para o IMA. Durante todo o tempo em que os animais estiveram em reabilitação no Cetras, que foram longos quatro anos, o objetivo sempre foi viabilizar a soltura, e graças a parceria do IMA com o Instituto Espaço Silvestres e o Projeto Silvestres SC, esse momento chegou e nos emociona muito, pensar que o bugio fará novamente parte da nossa fauna e poderá viver livremente na natureza, é muito gratificante”, comentou a diretora de Biodiversidade e Florestas do IMA, Sabrina Nunes Cataneo Maestri. Estima-se que os bugios-ruivos (Alouatta guariba), nativos da Mata Atlântica, foram extintos na Ilha catarinense há cerca de 260 anos, quando foi feito o último registro conhecido da espécie na ilha.Quer saber mais notícias do Brasil? Acesse o nosso canal no WhatsApp
Antes de voltar à floresta, o  bugios passaram por exames clínicos e veterinários e aprenderam habilidades para sobreviver na natureza. Além disso, os macacos foram vacinados contra a febre amarela, doença letal para os bugios. 

Fonte: DOL – Diário Online – Portal de NotÍcias 

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