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Voando do Pará em dobro para o Big Brother Brasil 2024

O comissário de bordo Marcus Vinicius será o representante do Pará no BBB 24! Após 13 anos de sua primeira inscrição no programa, o integrante do grupo Pipoca abre suas asas para realizar um grande sonho e viver a experiência de sua vida.
“Lembro da primeira inscrição, tinha 18 anos, minha avó me levou. Aí, a mulher perguntou: ‘Qual é a sua experiência de vida?’ Aí, pensei: ‘Que experiência de vida?’. Isso me deu gás pra buscar viver muitas coisas. E agora, estamos aqui. Então, se quero, vou atrás até conseguir. Sou muito teimoso e focado”, afirma ele, que está no processo de virar chefe de cabine, mas ouviu de um comandante que não tinha postura por ser “alegre demais”: “Ele vai ter que lidar com isso, porque, se Deus quiser, vou estar lidando com meus R$ 3 milhões”.CONTEÚDOS RELACIONADOS: BBB 24: Paraense Alane já é a favorita na enquete do UOLParaense estará na casa do BBB 24; saiba quem é

E Marcus construiu sua história. Para pagar o cursinho pré-vestibular, vendia as empadas feitas pela mãe durante a madrugada. Começou a faculdade de Terapia Ocupacional e ganhou uma bolsa de estudos pelo Ciências sem Fronteiras para morar nos Estados Unidos por dois anos. Trabalhou como professor de inglês ao voltar para o Brasil, fez curso de comissário de bordo e saiu de Belém (PA) para São Paulo.
Há cinco anos, trabalha em uma empresa de aviação. Viaja pelo Brasil e países do Mercosul. Ele espera que o Big Brother Brasil proporcione a tão desejada independência financeira.
“Alugo o quarto da casa do meu amigo Rafa. Quando me mudei pra São Paulo, morava de favor, dividia o miojo para comer metade no almoço e metade no jantar. Não é só ganhar bens materiais, mas também conquistar a independência financeira pra viver aquilo que eu quero, proporcionar coisas pra pessoas que eu amo.”
DESAFIOS
Impaciente, Marcus contou que não sabe respeitar o tempo e o processo do outro, o que pode gerar conflitos de convivência. Além disso, se posiciona com firmeza no que acredita e dificilmente não dá sua opinião.“Sou esquentado e questionador. Não tenho problema em assumir que estou errado, mas a pessoa tem que me mostrar onde foi que errei.”Quer mais notícias de entretenimento? Acesse nosso canal no WhatsApp
Dias antes de completar 15 anos, Marcus levou o primeiro namorado para casa. Quando a família soube de sua sexualidade, ele contou que não teve festa naquele ano.
“Tinha recém-conhecido o meu namorado e todo mundo achou estranha a nossa proximidade. Minha mãe me perguntou se ele era gay. Falei que não, mas acabei voltando e falei que ele era gay e eu também. Minha vida virou um caos por seis meses. Fiquei um ano sem falar com meu padrasto. Quando veio o Círio de Nazaré, o clima estava péssimo. Um dia antes da procissão, minha vó falou pra chamar “meu amigo”. Eles me pediram desculpas. Hoje, entendo que fui um pouco cabeça-dura e incisivo com eles. Minha mãe, meu padrasto, meus irmãos são evangélicos e minha avó é católica. Todo mundo me respeita muito, me ama muito. Agradeço por ter feito isso lá em 2008, são mais de 15 anos que tenho uma liberdade de ser quem sou.”
Marcus faz aulas de canto e atuação. Já fez musical e sonha em investir mais na profissão: “Tenho vontade porque sei que eu sou bom. Essa área sempre esteve no meu coração. Se tiver estabilidade financeira, vou poder investir naquilo que realmente faz sentido na minha vida.”
BEYONCÉ
Superfã de divas pop, Marcus conta com orgulho que em 2015 assistiu a um show da Beyoncé nos Estados Unidos e apareceu no vídeo do Instagram da cantora. Na estreia da Renaissance World Tour, ele também estava lá. “Se eu tiver a minha festa do líder, vai ser todo mundo vestido de diva pop”.
Marcus entra na casa solteiro. Ano passado teve um relacionamento de quatro meses, mas o parceiro virou um grande amigo: “Até conheci uma pessoa que me marcou muito, mas estou indo de coração limpo, vendo o que acontece. São 100 dias lá dentro, né? Nunca passei três dias sem pegar ninguém.”MAIS PARAENSESA mana Alane Dias, 24 anos, corre atrás dos seus sonhos. Há seis meses deixou o lugar que ama, Belém do Pará, para buscar oportunidades como atriz e influenciadora em São Paulo.
“Em Belém, eu fiquei conhecida, depois que ganhei o concurso Rainha das Rainhas. Depois, me mudei para estudar teatro. Tenho muita vontade de fazer novela, filmes e contracenar com a Dira Paes, de quem sou fã. Sempre fui uma pessoa do palco por causa do balé, mas depois que conheci as artes cênicas, me apaixonei pelo audiovisual.”
Extrovertida e aparecida, a integrante do grupo Pipoca conquistou sua vaga na casa na primeira inscrição que fez. O programa pode ajudar seus três principais objetivos: consolidar a carreira artística, dar uma vida melhor para mãe e pagar suas dívidas.
“Não pago meu cartão de crédito desde que me mudei para São Paulo. Quando me ligaram do programa, achava que era cobrança e desligava até que me mandaram uma mensagem que precisavam falar comigo [risos]. Com o BBB, “quero pagar as dívidas, comprar uma casa para minha mãe e ter visibilidade”, afirma a atriz, que acha que o público vai gostar de assisti-la.
Filha de professora de balé, Alane começou a dançar aos 2 anos. Aline exigia bastante da filha. “Me cobrava mais do que o normal, queria ver o melhor por excelência. Teve uma época que ela queria que fosse a filha perfeita e eu queria atender as expectativas dela, então foi complicado. Mas hoje nossa relação é maravilhosa.”
Mesmo rígida, a mãe é sua maior fã e apoiadora. Alane diz que a família são as duas. Tinha forte ligação com a vó materna que morreu. O pai sempre foi ausente, mas, recentemente, Alane foi atrás dele por causa dos três irmãos. Mantém contato para visitar Gabriel, Arthur e Willams.
Dos bastidores assistindo à mãe fazer coreografias para as candidatas, Alane venceu o concurso que elege a rainha do Carnaval de Belém em 2018. “O que me fez ganhar foi levantar a perna durante a apresentação. Depois que ganhei, isso virou o desafio do passo da rainha, várias pessoas me mandavam vídeos levantando a perna, me imitando.”
Alane adora se apaixonar. Nem no Círio de Nazaré, procissão religiosa em Belém que ela frequenta todos os anos, passou em branco. Em 2023, foi até a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, segurando a corda em prol do futuro profissional. Lá, viu um menino parecido com o Paulo André, do BBB 22 – sentiu até que isso podia ser uma resposta divina para seu pedido de entrar no programa. Os dois conversaram e, depois do evento, rolou um beijo.
“Sou viciada em viver histórias de amor. Não gosto de chegar, gosto de ficar olhando e o cara chegar. Às vezes, saio com a pessoa e nem fico”, conta. “Aqui, em São Paulo, ninguém me conhece, fiquei bem mais livre, isso foi legal”, diz ela, que na despedida da mãe garantiu: “Pode deixar que não vou transar na casa, mãe”. Entretanto, pode rolar uns beijinhos.
SÓSIA DA BRUNA MARQUEZINE
Olhando as redes sociais de Alane, muitos comentam que ela é parecida com Bruna Marquezine: “Não queria ser sósia de ninguém. Hoje, ressignifiquei. As pessoas falam isso como elogio, e é um baita elogio, uma grande atriz que está representando o Brasil. Nunca chegou nela, mas espero que agora chegue.” (Com informações do site GShow)

Fonte: DOL – Diário Online – Portal de NotÍcias 

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